A Irmandade Galiza-Gales foi criada na vila de Cambre, na terra dos Brigantes ou dos Artabros, o povo do Urso, o urso símbolo da deusa Briga, é o povo céltigo do Norte da Galiza.
A Irmandade ajunta-se as outras Irmandades e Comités já estabelecidos de longo entre países céltigos, em particular entre Galiza e Bretanha. Tem como finalidade estabelecer o dialogo entre povos que hoje arvorejam uma herança cultural céltiga, uma das mais velhas culturas da Europa que tem que ser protegida. Nas duas nações, Galiza e Cymru ( Gales ), existem muitos topónimos semelhantes, um deles é o de Cambre , na Galiza, e Cambria , em Gales, e esta deveu ser a razão da escolma da vila de Cambre, no Norte da Galiza como a sé da Irmandade.
Se ao velho goidélico referer-se, poder dizer que o topónimo Cam-bre faz alusão a um monte tranquilo, onde a paz é rainha. O termo bre quer dizer monte e o termo cam quer dizer tranquilo.
As relações entre os dois países foram estabelecidas já em tempos mesolíticos, sendo no tempo dos celtas dos castros galegos que mais intensas foram. As semelhanças dos Castros galegos com castros do Sul da ilha Britânica é surpreendente, não somente pelo método de construção e na construção ela mesma. Exemplos ,os castros de Leixa ou Petouzal, no Norte da Galiza com o Wabstow Bury Hillfort, castro em outeiro; o de Baronha ou Lobariz e o de Rumps …
As minas de estanho que existem nas duas beiras da mar Céltiga, primeiro na costa ocidental da Galiza , que se lhe dou o nome de Ilhas Cassiterides, e mais tarde esse mesmo nome serviu para nomear as minas do SW da Ilha. As relações comercias, e porem os intertrocos culturais, sempre existiram entre as duas beiras da mar Céltiga ( o triângulo : Fisterra na Galiza, Raz na Bretanha, Fasnet Irlanda ), a do Norte e a do Sul.
Com a Irmandade não somente ha que continuar a tradição milenária mais ajuntar as forças a defesa dista cultura comum dos países celtas, da que Galiza por de razões políticas, que alguns querem ainda continuar, estivo afastada . Galiza e Gales têm muito em comum em especial a defesa da lingua e cultura céltiga.
Um melhor conhecemento, reciproco, dos dois paises não pode mais que contribiur ao espalhamento das suas identidades entre paises que têm uma mesma cultura céltica e que são vizinhos. A mar jamais fora uma fronterira para os galegos, tudo ao contrario a mar sempre foi um vieiro de comunicação muito importante para os galegos para quem sempre foi a soa porta aberta .